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PIB da região cresce 7,6% e alcança R$ 21,1 bilhões, aponta IBGE
O município de Emilianópolis figura com PIB de R$ 47.1 milhões.
15/12/2016 | 11:17

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou ontem o balanço mais recente do PIB (Produto Interno Bruto) dos municípios, com base em dados levantados em 2014. De acordo com a pesquisa, o PIB das 53 cidades da 10ª RA (Região Administrativa) do Estado de São Paulo atingiu R$ 21,1 bilhões no período. Número que apresenta um crescimento de 7,6% no comparativo com o balanço anterior, de 2013, quando os municípios do oeste paulista somaram R$ 19,6 bilhões. Excluindo a atividade de administração pública, o maior VA (valor adicionado) foi obtido pelo setor de serviços, que sozinho contribuiu com R$ 10,7 bilhões

O levantamento do IBGE levou em consideração o PIB dos municípios brasileiros entre os anos de 2010 e 2014 e, pela primeira vez, divulgou também os três principais segmentos econômicos em cada município. Tais setores foram classificados a partir de seu VA, que é a contribuição ao PIB pelas diversas atividades econômicas, obtida pela diferença entre o valor bruto da produção e o consumo intermediário absorvido por essas atividades.

Como já citado, na região, o maior VA foi apresentado pelo setor de serviços, seguido pela indústria, com um montante de aproximadamente R$ 4 bilhões. Outro dado relevante apontado pela pesquisa é que 14,3% da economia dos municípios da região é dependente da atividade de administração, saúde e educação pública e seguridade social, que adicionou o equivalente a cerca de R$ 3 bilhões ao PIB regional. Por sua vez, a agropecuária, protagonista em outras épocas, foi responsável pela adição de R$ 1,6 bilhão ao montante total.

Juntos, os setores acumularam um valor bruto total de R$ 19,4 bilhões. Com o restante, que atingiu R$ 1,6 bilhão decorrente de impostos líquidos de subsídios sobre produtos, os 53 municípios da região de Prudente acumularam um PIB de R$ 21,1 bilhões em 2014.

Per capita

Por conta de seu tamanho frente às cidades da região, Presidente Prudente responde sozinha por 32,5% do PIB regional, com R$ 6,8 bilhões. O segundo melhor resultado foi apresentado por Rosana, com R$ 1,2 bilhão, seguida por Dracena, com pouco menos de R$ 1,1 bilhão. No entanto, quando o assunto é o PIB per capita, que é o valor final de bens e serviços produzidos em um determinado local, dividido pela população, a ordem dos municípios é diferente.

A primeira colocação fica com Sandovalina, com um PIB per capita de R$ 69,5 mil. Na sequência vem Rosana, com o equivalente a R$ 65,4 mil por pessoa, e Narandiba, com R$ 33,5 mil. Resultado que não surpreende a prefeita de Rosana, Sandra Aparecida de Sousa Kasai (PSDB). A cidade conta com duas usinas hidrelétricas e, por isso, sempre apresenta bons resultados no PIB. “Rosana tem a vantagem de ter em seu território as usinas, então, isso representa um pico de arrecadação. Para o município é bom, pois com um PIB temos uma melhor sanidade para prestar serviços à população”, afirma.

Mas enquanto a Prefeitura arrecada através do ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços) e coleciona bons resultados no PIB, a população de Rosana não tem a mesma sorte e ainda passa por inúmeras dificuldades. Situação que, segundo a chefe do Executivo, estaria relacionada a uma eventual falta de emprego na cidade. “A Prefeitura, através daquilo que arrecada, consegue oferecer serviços de assistência social, saúde, educação, mas não conseguimos empregar a população inteira, por isso, muitas vezes, o PIB do município não reflete em sua população”, argumenta a prefeita.

Evolução

Para o professor acadêmico e economista Eder Canziani, parte do aumento de 7,6% no PIB da região entre 2013 e 2014 se dá ao crescimento populacional. Além disso, outro fator predominante pode ser um eventual aumento na produção canavieira, que teria sobressaído sobre outras atividades. “O que observamos na região é o predomínio do setor primário. Tivemos um aumento na produção canavieira, que em compensação resultou em uma queda na agropecuária. Por outro lado, à medida que os municípios vão aumentando em população, aumenta-se também em renda”, considera.

FONTE: O imparcial

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